De repente, vitiligo

30/08/2012 22:34

 

De repente, VITILIGO.

A pele é o maior órgão do corpo humano e, como qualquer outra parte do organismo, está sujeita ao aparecimento de doenças. Por mais que se tenham cuidados com a saúde, há enfermidades que surgem sem motivo aparente; caso do vitiligo. ”A causa do vitiligo ainda é desconhecida e é mais provável que seja autoimune”.

O QUE È?

O vitiligo caracteriza-se pela perda de despigmentação da pele, pois há uma perda de melanócitos, que são as células que produzem a melanina, substância que dá cor à pele. Com a falta de pigmentos, surgem manchas brancas nítidas na pele. Não há uma região específica para o aparecimento, mas há uma propensão por orifícios, como a região dos olhos, nariz, boca umbigo e genitália, além de extremidades, como as mãos e pés. As lesões podem ser espalhadas ou isoladas pelo corpo. A doença não é contagiosa, não traz mal á saúde e pode surgir em qualquer idade, independentemente do sexo.

AFINAL, NÃO TEM O PORQUÊ?

Dizer que a doença é autoimune significa que algo no organismo é produzido contra substâncias naturalmente presente nele. No caso do vitiligo, os melanócitos são destruídos. O que falta descobrir de fato é por que e como surge essa autoimunidade. Alguns especialistas acreditam que o alto estresse contribui para o aparecimento. Também pode estar relacionado com o lúpus e tireoidites, pois são igualmente doenças autoimunes, e pessoas que já sofrem alguma doença dessa natureza são predispostas a outras do mesmo tipo.

TRATAMENTO

O tratamento costuma ser difícil, pois as lesões podem ser resistentes, e o sucesso depende de cada caso. A fototerapia é o tratamento mais utilizado. Consiste na exposição do paciente ao sol após usar substâncias fotossensibilizantes que estimulam a pigmentação pelos melanócitos que ainda existem. O uso de corticoide, um imunomodulador, é bastante comum para tratar a doença. Quando as lesões são pequenas, pomadas á base de corticoide e outros imunomoduladores podem dar bons resultados.

“Novas terapias têm sido propostas como o uso de técnicas de enxerto, que é trazer melanócitos de áreas pigmentadas saudáveis para a área doente do próprio paciente, associadas aos tratamentos já consolidados”.

 

Fonte: Érica Monteiro

Revista Sua Saúde

 


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